CLICK HERE FOR BLOGGER TEMPLATES AND MYSPACE LAYOUTS »

ESCOLHA O SEU IDIOMA E TRADUZA O BLOG DA JOANINHA

terça-feira, 14 de julho de 2009

OLHA A GULOSA!!!Produção de Histórias em Quadrinhos pelos alunos: HQ




HQ produzido pelo aluno MAYLON sobre a aula oficina da VERA sobre RÁDIOWEB

HQ produzido pelo aluno MAYLON sobre a aula oficina da VERA sobre RÁDIOWEB parte 2
























quinta-feira, 9 de julho de 2009


ESTE TEXTO ESTÁ NO BLOG DA MINHA
AMIGATEREZA CARNEIRO:

Responda uma coisa:

Você que teve sua infância durante os anos 60, 70, 80...
Como pôde sobreviver???
1 - Os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem air-bag!! Afinal de contas...
2 – Íamos soltos no banco de trás fazendo aquela farra! E isso não era perigoso!
3 - As camas de grades e os brinquedos eram multicores e no mínimo pintados com umas tintas “duvidosas“ contendo chumbo ou outro veneno qualquer.
4 - Não havia travas de segurança nas portas dos carros, chaves nos armários de medicamentos,detergentes ou químicos domésticos.
5 – A gente andava de bicicleta para lá e pra cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras e cotuveleiras...
6 - Bebíamos água da torneira, de uma mangueira, ou de uma fonte e não águas minerais em garrafas ditas... ¨esterilizadas¨...
7.- Construíamos aqueles famosos carrinhos de rolimã e aqueles que tinham a sorte de morar perto de uma ladeira asfaltada, podiam tentar bater recordes de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham „economizado“ a sola dos sapatos, que eram usados como freios...E estavam descalços...
Alguns acidentes depois... Todos esses problemas estavam resolvidos!
8 - Íamos brincar na rua, com uma única condição: voltar para casa ao anoitecer!Não havia celulares... E nossos pais não sabiam onde estávamos!
9 - Tínhamos aulas só de manhã, e íamos almoçar em casa.
10 - Gessos, dentes partidos, joelhos ralados... Todos tinham razão, menos nós...
11 - Comíamos doces à vontade, Pão com manteiga, bebidas com o (perigoso) açúcar. Não se falava de obesidade - brincávamos sempre na rua e éramos super ativos...
12 - Dividíamos com nossos amigos uma Tubaína comprada naquela vendinha da esquina, gole a gole e nunca ninguém morreu por isso....
13 - Nada de Playstations, Nintendo 64, X boxes, jogos de Vídeo, Internet por satélite, videocassete, Dolby surround, celular com câmera Computador, Chats na Internet ... Só amigos.
14 - E os nossos cachorros? Lembram?
Nada de ração. Comiam a mesma comida que nós (muitas vezes os restos), e sem problema algum!Banho quente? Xampu?Que nada! No quintal, um segurava o cão e o outro com a mangueira (fria) ia jogando água e esfregando-o com (acreditem se quiserem) sabão (em barra) de lavar roupa!
Algum cachorro morreu (ou adoeceu) por causa disso??
15 - A pé ou de bicicleta íamos à casa dos nossos amigos, mesmo que morassem a kms de nossa casa, entrávamos sem bater e íamos brincar.
16 - É verdade! Lá fora, nesse mundo cinzento e sem segurança! Como era possível? Jogávamos futebol na rua, com a trave sinalizada por duas pedras, e mesmo que não fossemos escalados ... ninguém ficava frustrado e nem era o “Fim do Mundo”!
17 – Na escola tinha bons e maus alunos. Uns passavam e outros eram reprovados. Ninguém ia por isso a um psicólogo ou psicoterapeuta. Não havia a moda “ dos superdotados“, nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiperatividade. Quem não passava, simplesmente repetia o ano e tentava de novo no ano seguinte!
18 - Tínhamos: Liberdade, Fracassos, Sucessos, Deveres ,e aprendíamos a lidar com cada um deles!
A única verdadeira questão é: como a gente conseguiu sobreviver??? E acima de tudo, como conseguimos desenvolver a nossa personalidade?
Como éramos felizes!!!

Bjs

Teresa Carneiro


quarta-feira, 8 de julho de 2009

RÁDIOWEB

terça-feira, 7 de julho de 2009

DIA DO AMIGO

O Dia do Amigo foi adotado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.

A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro".

Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo , é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.

No Brasil, o dia do amigo, também, é comemorado em 20 de julho.


Feliz Semana da Amizade!
Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorde com um saldo de R$ 86. 400, 00. Só que não é permitido transferir o saldo do dia para o dia seguinte.

Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia.

O que você faz?

Você irá gastar cada centavo, é claro!

Todos nós somos cliente deste banco que estamos falando.

Se chama Tempo.

Todas as manhã, é creditado para cada um 86. 400 Segundos.

Todas as noites o saldo é debitado, como perda.

Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte.

Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as

sobras do dia se evaporam.

Não há volta. Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito

diário.

Invista, então, no que for melhor: Na saúde, felicidade e sucesso!

O relógio está correndo. Faça o melhor para o seu dia-dia.

Para você perceber o valor de Um Ano, pergunte a um estudante que

repetiu de ano.

Para você perceber o valor de Um Mês, pergunte para uma mãe que

teve o seu bebê prematuramente.

Para você perceber o valor de Uma Semana, pergunte a um editor de

um jornal semanal.

Para você perceber o valor de Uma Hora, pergunte aos amantes que

estão esperando para se encontrar.

Para você perceber o valor de Um Minuto, pergunte a uma pessoa que

perdeu um trem.

Para você perceber o valor de Um Segundo, pergunte a uma pessoa que

conseguiu evitar um acidente.

Para você perceber o valor de Um Milisegundo, pergunte a alguém que

venceu a medalha de prata em uma Olimpíada.

Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve

dividir com alguém especial, especial suficiente para gastar o seu tempo junto com você.

Lembre-se o tempo não espera por ninguém.

Ontem é história.

O amanhã é um mistério.

O hoje é uma dádiva. Por isso é chamado de Presente!

É a Semana Nacional da Amizade.

Amigos são como jóias raras. . . Nos fazem sorrir e nos encorajam para

o nosso sucesso.

Eles emprestam o seu ouvido, dividem palavras de conforto, e sempre estão dispostos a abrir o coração para nós.

Mostre a seus amigos que você os estima muito. . .

Envie esta mensagem para todos que você considera um Amigo. Se esta

mensagem retornar, você saberá que Tem Um Amigo Para Toda A Vida!

Deixe eles saberem o quanto nós os apreciamos, e o quanto eles

significam para nós.

****** Feliz Semana Da Amizade! *******



A AVALIAÇÃO ESCOLAR


A AVALIAÇÃO ESCOLAR

As propostas curriculares atuais, bem como a legislação vigente, primam por conceder uma grande importância à avaliação, reiterando que ela deve ser: contínua, formativa e personalizada, sendo mais um elemento do processo de ensino aprendizagem, o qual nos permite conhecer o resultado de nossas ações didáticas e, por conseguinte, melhorá-las.

Essas idéias precisam sair do papel e do discurso de professores e realmente fazer parte de uma educação inovadora que traga um aumento da qualidade do ensino.

Alguns teimam em entender por avaliação os tipos de provas, de exercícios, de testes, de trabalhos etc. Não compreendem a avaliação como um processo amplo da aprendizagem, indissociável do todo, que envolve responsabilidades do professor e do aluno. Ao tratar a avaliação dessa forma, afastam-na de seus verdadeiros propósitos, de sua relação com o ensinamento, de seu aspecto formativo.

Falar da Avaliação no âmbito da Educação Escolar, no campo da Educação de Direitos, nos leva a pensar a sua função, o papel social do professor, a razão da existência da Escola. Traz a discussão sobre inclusão e exclusão, privilégios e direitos, direitos e obrigações, instrução e formação, que alunos queremos formar, que escolas estão construindo para a nossa sociedade.

(OLIVEIRA, S. Roseli. MACEDO, Hercules. O professor e a avaliação; Avaliação Escolar).

De modo geral avaliação serve: para classificar, castigar, definir o destino dos alunos de acordo com as normas escolares. Pode-se afirmar que a avaliação tem assumido, e já há muito tempo, uma função seletiva, uma função de exclusão daqueles que costumam serem rotulados “menos capazes, com problemas familiares, com problemas de aprendizagem, sem vontade de estudar, sem assistência familiar” e muitos outros termos parecidos.

De acordo com Luckesi (1999), a avaliação que se pratica na escola é a avaliação da culpa. Aponta, ainda, que as notas são usadas para fundamentar necessidades de classificação de alunos, onde são comparados desempenhos e não objetivos que se deseja atingir.

Os currículos de nossas escolas têm sido propostos para atender a massificação do ensino. Não se planeja para cada aluno, mas para muitas turmas de alunos numa hierarquia de séries, por idades, mas, esperamos de uma classe com 30 ou mais de 40 alunos, uma única resposta certa.

Segundo Perrenoud (2000), normalmente, define-se o fracasso escolar como a conseqüência de dificuldades de aprendizagem e como a expressão de uma “falta objetiva” de conhecimentos e de competências. Esta visão que “naturaliza” o fracasso impede a compreensão de que ele resulta de formas e de normas de excelência que foram instituídas pela escola, cuja execução revela algumas arbitrariedades, entre as quais a definição do nível de exigência do qual depende o limiar que separa aqueles que têm êxito daqueles que não o têm. As formas de excelência que a escola valoriza se tornam critérios e categorias que incidem sobre a aprovação ou reprovação do aluno.



quinta-feira, 2 de julho de 2009

Produção de livros em formato digital acessível

O Ministério da Educação lança o Mecdaisy, uma solução tecnológica que permitirá a produção de livros em formato digital acessível, no padrão Daisy. Desenvolvido por meio de parceria com o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro - NCE/UFRJ - o Mecdaisy possibilita a geração de livros digitais falados e sua reprodução em áudio, gravado ou sintetizado.



NCE/UFRJ

quarta-feira, 1 de julho de 2009

História em quadrinhos sobre rádio e rádio web


Sempre foi meu objetivo desenvolver e trabalhar um programa de rádio com meus alunos do 5º ano, visto que a Internet nos oferece recursos que, se bem aproveitados, nos dão suporte para o desenvolvimento de diversas atividades com os alunos.

Com uma rádio web é possível trabalhar os conteúdos propostos para a série principalmente os relacionados à linguagem e a fala.

Aproximar a comunidade da escola é um dos desafios da educação e o uso de rádio web pode ser uma das alternativas para esta aproximação.

Ouvir a comunidade, os pais, alunos e professores, compartilhar experiências, trocar idéias, ouvir as sugestões, tudo a partir dos programas de rádio web.

E não é algo tão difícil ou tão longe da realidade. Podemos e devemos fazer. Pode dar algum ou muito trabalho, mas a recompensa é certa.

Alunos mais motivados e confiantes, professores mais envolvidos, comunidade participativa.

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS SOBRE AS FESTAS JUNINAS







PRESENTE !!!


Esse selinho ganhei de uma amiga muito querida Teresa http://matecarneiro.blogspot.com/ e com ele vão algumas regrinhas.....

As regrinhas são:

- Exibir a imagem do selinho no blog;

- Linkar o blog doador, deixando um comentário para o mesmo;

- Repassar para (no mínimo) dez amigas blogueiras;

- Avisar aos blogs indicados;

- Dizer 5 coisas que você adora na sua vida e por quê:


Bem, umas das coisas que eu mais amo na vida são:

1.EU... sem eu eu não existo!

2. FAMILIA....está comigo para o que der e vier....

3.TRABALHO.......sem ele não nos desenvolvemos......

4.AMIGOS.....de onde voce menos espera vem a ajuda e o carinho......

5. MEU BLOG..... estou me tornando um blogueira de carteirinha atualmente é um dos meus maiores prazeres na vida...estar com voces nesse cantinho.......

BLOGS INDICADOS:

http://artefuxico.blogspot.com/
http://marciaeclaudia.blogspot.com/
http://marciaeclaudia.blogspot.com/
http://pagbi.blogspot.com/
http://eneidaefatima.blogspot.com/
http://claudianaesilvana.blogspot.com/
http://deboraheismar.blogspot.com/
http://blogdalozinhaa.blogspot.com/
http://agathaesuasfrases.blogspot.com/
http://vanessabmpontocruz.blogspot.com/




segunda-feira, 22 de junho de 2009

TROCA RECEBIDA ! VIVA

Chegou meus presentes da troca de inverno e que alegria em abrir a caixa com tantos presente, estava cheia de mimos, alegrias desejos de amizade e total delicadeza da minha amiga e madrinha MARY DE PAULA do blog:http://www.artefuxico.blogspot.com/ amei e a Lala também experimentou minha touca, a caneta, a lapizeira, os brincos tudo, tudo ficou muito feliz parecia que era para ela os presentes.Gente ganhei uma coleção de livros paradidáticos maravilhosa, revistas de trico, um livro sobre contrutivismo ótimo e outras coisas lindas.


Amiga MARY amei tudo OBRIGADA!!!!!!!



































Ganhei estes brincos lindos de viver! E a touca que vou ter que dividir com alguém .

domingo, 21 de junho de 2009

REPORTAGEM SOBRE O PROJETO TIME

No site: AGORA HORTOLÂNDIA temos reportagem sobre o projeto desenvolvido com meus alunos.


http://www.agorahortolandia.com.br/?inc=materias&tema=Cultura&mat=156

Duas escolas de Hortolândia desenvolvem projeto tecnológico

Mônica Ferrão Carvalho - Agência Hoyler-Uniesp
jornalismo.moni@yahoo.com.br
12/06/2009

Hugo Xavier

Em campo: O coordenador do NIED da Unicamp, João Vilhete, documentando atividades
Duas EMEF´s – a do Parque dos Pinheiros e a Fernanda Grazielle Resende Covre – de Hortolândia estão desenvolvendo um projeto tecnológico, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), por meio de pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Informação Aplicada à Educação (NIED), da Unicamp. Um dos integrantes do projeto é o coordenador João Vilhete, das áreas de robótica e telerobótica, as quais envolvem implementação de hardware/software educacional e de ambientes de aprendizagem, baseados na utilização de dispositivos robóticos.

Vilhete é um dos responsáveis pelo ingresso do projeto nas escolas, o qual estabelece a montagem de duas salas de multimídia para que os alunos possam desenvolver a fase denominada de Time. O desafio do trabalho com os alunos compreende a busca por uma reflexão sobre os impactos da Tecnologia da Informação e Comunicação na sociedade contemporânea, especialmente em suas implicações no processo de trabalho, na produção cultural e na prática pedagógica. Dentre as atividades previstas para serem desenvolvidas pelos alunos estão a produção de webradio, clipes musicais, filmes, peças teatrais, produção de edição de TV e outras atividades que contribuirão para o aprendizado e o desenvolvimento de toda a comunidade escolar.

Cada escola trabalha com 270 alunos de 1ª série a 4ª série, na faixa etária entre cinco e 13 anos. Segundo a professora Joana Darc a iniciativa está trazendo uma série de benefícios, tanto na área pedagógica quanto para os alunos. “Com a defasagem de idade e série que alguns alunos apresentam, as aulas no laboratório estão sendo mais dinâmicas e se tornaram mais interessantes. Por esse motivo estão sendo sanadas as dificuldades que alguns têm em sala de aula” disse a professora.

As atividades dos pesquisadores nas escolas encerram-se em setembro de 2009, mas as instituições educacionais que já estão trabalhando com este projeto continuarão desenvolvendo as atividades com os alunos. A intenção é levar este projeto para todas as escolas públicas de Hortolândia.

Colaborou Keila Cardoso da Agência Hoyler-Uniesp

sábado, 20 de junho de 2009

NOTÍCIA! Não se educa com proibição!







OLHA ESTE TEXTO QUE SAIU NO:

http://www.educacaopublica.rj.gov.br/jornal/materias/0398.html

A NOTICIA: Não se educa com proibição!

De acordo com a Lei 5.453/09, recém-sancionada pelo governador do Estado do Rio de Janeiro, está proibido, nas salas de aula, bibliotecas e outros espaços de estudo das escolas da rede estadual, o uso de aparelhos MP3, MP4, walkman®, game boys, agendas eletrônicas e máquinas fotográficas, além dos celulares.

Convido todos os interessados a fazer uma reflexão comigo a partir da seguinte premissa: qualquer atitude de proibição, pura e drasticamente, deseduca mais do que educa.

Todas as vezes que lidamos com o que é proibido temos mais vontade ainda de realizá-lo. Isso é natural do ser humano. Proibir por proibir ou criar mecanismos de censura ao que julgamos que deva ser censurado costuma acirrar mais ainda a vontade de alcançar o objeto de desejo. E aí, fatalmente, as crianças e jovens (porque são saudáveis) vão procurar meios de burlar o que está sendo negado a eles.

Lidar com máquinas e aparelhos eletrônicos, para essa geração de crianças e jovens com os quais estamos convivendo, faz todo sentido. Não se trata de ser bom ou ruim. Estão aí, e a nossa tarefa é transformar essa relação em algo produtivo, que gere novos conhecimentos. Qualquer coisa menos que isso significa que estamos subutilizando as máquinas ou que temos medo delas...

Mas também não acredito no "pode tudo", porque essa atitude também não educa. É preciso conversar, reconversar, criar consciência, discutir os não-pode e estabelecer acordos. Acordos de horários, acordos sobre os tipos de jogos que são mais ou menos adequados, acordos sobre a utilização de aparelhos eletrônicos nos espaços de estudo etc. E cabe aos adultos da relação, cumprir os acordos. Isso significa educar.

Algumas questões são fundamentais, e, na minha experiência de mãe e educadora de jovens (trabalho com jovens na faixa dos 15 aos 21 anos), creio que a mais importante de todas é a coerência. Coerência entre o que pensamos, sentimos e agimos.

Não se educa com um discurso diferente da maneira como agimos.

Não dá pra ficar fazendo discurso de ter que ser respeitador se o jovem não percebe o respeito nas relações que ele vivencia. Não dá pra dizer pro menino não ser preconceituoso se ele observa a maneira pouco digna com que adultos (pais, professores) tratam as pessoas que são diferentes deles.

Vamos sair do senso comum e abandonar os estereótipos que marcam os jovens como aqueles seres difíceis, inadaptáveis, que “não querem nada”...

Eles querem, sim, querem ser tratados como pessoas que pensam, capazes de tomar decisões; querem também perceber que somos coerentes (nós, os adultos). Eles não acreditam é na hipocrisia e odeiam ser enganados pelos outros.

Olho no olho. Sempre. Verdade. Franqueza. Virtudes. Fragilidades. Consistência.

Outra coisa que considero fundamental, além da coerência, é não nos esquecermos de como éramos quando adolescentes. Quais eram nossos sonhos, em que pensávamos, o que fazíamos para “enganar” nossos pais e professores, como gostaríamos de ter sido tratados. Essa medida – de como éramos – nos ajuda muito a entender quem eles são e como eles agem.

E por último, da minha lista de “fundamentais”: não ter medo de dar limites, não ter medo de dizer não. E não é o não pelo não. É o não argumentado, denso, com propósito. É o não que convence.

Somos seres sociáveis e, como tais, estabelecemos compromissos de convivência para podermos avançar nos nossos propósitos comuns.

Nada do que falei é fácil de ser realizado no dia-a-dia, mas é possível e é bom que seja tentado.

Este texto aparentemente sem nexo vem questionar, por fim, por que os professores do Estado do Rio de Janeiro precisam de uma lei para lhes dizer o que pode/deve ou o que não pode/não deve ser feito dentro do espaço escolar. Por que os professores precisam dessa tutela?

Quer dizer que vamos abrir mão de todas as possibilidades educadoras que os MPs, celulares, câmeras fotográficas etc. nos trazem porque não sabemos dizer não? É isso mesmo, professores? Quer dizer que não sabemos mais educar? Precisamos de leis para dizer o que é adequado ou não nas nossas salas de aula?

Não é nosso dever, educadores que somos, ensinar nossos alunos a utilizar as tecnologias, sabendo tirar o melhor proveito delas, com espírito crítico e ético? Não somos nós que temos que estar na vanguarda do processo pra poder ajudar os nossos alunos a compreender melhor o mundo em que vivem?

Como vamos fazer isso nos escondendo do mundo?

Não se educa com proibição. Educa-se com consciência.

16/06/2009

Texto de: Denise Vilardo

quarta-feira, 17 de junho de 2009

20 de Junho – Dia Nacional de Vacinação contra a Paralisia Infantil




20 de Junho – Dia Nacional de Vacinação contra a Paralisia InfantiL


Nos últimos anos, o Ministério da Saúde vem promovendo duas etapas da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, mais conhecida como Paralisia Infantil. Neste ano, a 1ª etapa será realizada no dia 20 de junho, quando todas as crianças com idade abaixo de 5 anos deverão ser vacinadas, mesmo as que estiverem com tosse, gripe, rinite ou diarréia.

O Ministério da Saúde adverte: com a Paralisia Infantil não se pode brincar jamais. Essa doença infectocontagiosa provoca efeitos devastadores e deixa marcas na criança para o resto da vida. O vírus da Poliomielite (poliovírus) se desenvolve na garganta ou nos intestinos e, a partir daí, espalha-se pela corrente sangüínea, ataca o sistema nervoso e paralisa os músculos das pernas.

Para a Organização Mundial da Saúde, a vacina contra a Paralisia Infantil é considerada como a única maneira de erradicar a doença em todo o mundo.

O Ministério da Saúde enfatiza que a vacina contra a Pólio é segura e não traz contra-indicações.

A Secretaria Municipal da Saúde conclama a todas as mães, para que no dia 20 de junho, das 8h às 17h, vacinem suas crianças, no Posto de Vacinação mais próximo de suas casas. É importante levar a caderneta de vacinação.
Extraído: Pinda Vale
http://www.pindavale.com.br/agoravale/noticias.asp?id=14449&cod=1