O Ministério da Educação lança o Mecdaisy, uma solução tecnológica que permitirá a produção de livros em formato digital acessível, no padrão Daisy. Desenvolvido por meio de parceria com o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro - NCE/UFRJ - o Mecdaisy possibilita a geração de livros digitais falados e sua reprodução em áudio, gravado ou sintetizado.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Produção de livros em formato digital acessível
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Marcadores: UTILIDADE PUBLICA
quarta-feira, 1 de julho de 2009
História em quadrinhos sobre rádio e rádio web
Com uma rádio web é possível trabalhar os conteúdos propostos para a série principalmente os relacionados à linguagem e a fala. Aproximar a comunidade da escola é um dos desafios da educação e o uso de rádio web pode ser uma das alternativas para esta aproximação. Ouvir a comunidade, os pais, alunos e professores, compartilhar experiências, trocar idéias, ouvir as sugestões, tudo a partir dos programas de rádio web. E não é algo tão difícil ou tão longe da realidade. Podemos e devemos fazer. Pode dar algum ou muito trabalho, mas a recompensa é certa. Alunos mais motivados e confiantes, professores mais envolvidos, comunidade participativa.
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Marcadores: ESCOLA, PROJETO TIME, TECNOLOGIA E SALA DE AULA, web radio
HISTÓRIAS EM QUADRINHOS SOBRE AS FESTAS JUNINAS
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Marcadores: ESCOLA, PROJETO TIME, TECNOLOGIA E SALA DE AULA
PRESENTE !!!

Bem, umas das coisas que eu mais amo na vida são:
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Marcadores: selinhos
segunda-feira, 22 de junho de 2009
TROCA RECEBIDA ! VIVA
Chegou meus presentes da troca de inverno e que alegria em abrir a caixa com tantos presente, estava cheia de mimos, alegrias desejos de amizade e total delicadeza da minha amiga e madrinha MARY DE PAULA do blog:http://www.artefuxico.blogspot.com/ amei e a Lala também experimentou minha touca, a caneta, a lapizeira, os brincos tudo, tudo ficou muito feliz parecia que era para ela os presentes.Gente ganhei uma coleção de livros paradidáticos maravilhosa, revistas de trico, um livro sobre contrutivismo ótimo e outras coisas lindas.
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domingo, 21 de junho de 2009
REPORTAGEM SOBRE O PROJETO TIME
No site: AGORA HORTOLÂNDIA temos reportagem sobre o projeto desenvolvido com meus alunos.
jornalismo.moni@yahoo.com.br
12/06/2009
Vilhete é um dos responsáveis pelo ingresso do projeto nas escolas, o qual estabelece a montagem de duas salas de multimídia para que os alunos possam desenvolver a fase denominada de Time. O desafio do trabalho com os alunos compreende a busca por uma reflexão sobre os impactos da Tecnologia da Informação e Comunicação na sociedade contemporânea, especialmente em suas implicações no processo de trabalho, na produção cultural e na prática pedagógica. Dentre as atividades previstas para serem desenvolvidas pelos alunos estão a produção de webradio, clipes musicais, filmes, peças teatrais, produção de edição de TV e outras atividades que contribuirão para o aprendizado e o desenvolvimento de toda a comunidade escolar.
Cada escola trabalha com 270 alunos de 1ª série a 4ª série, na faixa etária entre cinco e 13 anos. Segundo a professora Joana Darc a iniciativa está trazendo uma série de benefícios, tanto na área pedagógica quanto para os alunos. “Com a defasagem de idade e série que alguns alunos apresentam, as aulas no laboratório estão sendo mais dinâmicas e se tornaram mais interessantes. Por esse motivo estão sendo sanadas as dificuldades que alguns têm em sala de aula” disse a professora.
As atividades dos pesquisadores nas escolas encerram-se em setembro de 2009, mas as instituições educacionais que já estão trabalhando com este projeto continuarão desenvolvendo as atividades com os alunos. A intenção é levar este projeto para todas as escolas públicas de Hortolândia.
Colaborou Keila Cardoso da Agência Hoyler-Uniesp
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Marcadores: PROJETO TIME
sábado, 20 de junho de 2009
NOTÍCIA! Não se educa com proibição!
OLHA ESTE TEXTO QUE SAIU NO: http://www.educacaopublica.rj.gov.br/jornal/materias/0398.html A NOTICIA: Não se educa com proibição! De acordo com a Lei 5.453/09, recém-sancionada pelo governador do Estado do Rio de Janeiro, está proibido, nas salas de aula, bibliotecas e outros espaços de estudo das escolas da rede estadual, o uso de aparelhos MP3, MP4, walkman®, game boys, agendas eletrônicas e máquinas fotográficas, além dos celulares. Convido todos os interessados a fazer uma reflexão comigo a partir da seguinte premissa: qualquer atitude de proibição, pura e drasticamente, deseduca mais do que educa. Todas as vezes que lidamos com o que é proibido temos mais vontade ainda de realizá-lo. Isso é natural do ser humano. Proibir por proibir ou criar mecanismos de censura ao que julgamos que deva ser censurado costuma acirrar mais ainda a vontade de alcançar o objeto de desejo. E aí, fatalmente, as crianças e jovens (porque são saudáveis) vão procurar meios de burlar o que está sendo negado a eles. Lidar com máquinas e aparelhos eletrônicos, para essa geração de crianças e jovens com os quais estamos convivendo, faz todo sentido. Não se trata de ser bom ou ruim. Estão aí, e a nossa tarefa é transformar essa relação em algo produtivo, que gere novos conhecimentos. Qualquer coisa menos que isso significa que estamos subutilizando as máquinas ou que temos medo delas... Mas também não acredito no "pode tudo", porque essa atitude também não educa. É preciso conversar, reconversar, criar consciência, discutir os não-pode e estabelecer acordos. Acordos de horários, acordos sobre os tipos de jogos que são mais ou menos adequados, acordos sobre a utilização de aparelhos eletrônicos nos espaços de estudo etc. E cabe aos adultos da relação, cumprir os acordos. Isso significa educar. Algumas questões são fundamentais, e, na minha experiência de mãe e educadora de jovens (trabalho com jovens na faixa dos 15 aos 21 anos), creio que a mais importante de todas é a coerência. Coerência entre o que pensamos, sentimos e agimos. Não se educa com um discurso diferente da maneira como agimos. Não dá pra ficar fazendo discurso de ter que ser respeitador se o jovem não percebe o respeito nas relações que ele vivencia. Não dá pra dizer pro menino não ser preconceituoso se ele observa a maneira pouco digna com que adultos (pais, professores) tratam as pessoas que são diferentes deles. Vamos sair do senso comum e abandonar os estereótipos que marcam os jovens como aqueles seres difíceis, inadaptáveis, que “não querem nada”... Eles querem, sim, querem ser tratados como pessoas que pensam, capazes de tomar decisões; querem também perceber que somos coerentes (nós, os adultos). Eles não acreditam é na hipocrisia e odeiam ser enganados pelos outros. Olho no olho. Sempre. Verdade. Franqueza. Virtudes. Fragilidades. Consistência. Outra coisa que considero fundamental, além da coerência, é não nos esquecermos de como éramos quando adolescentes. Quais eram nossos sonhos, em que pensávamos, o que fazíamos para “enganar” nossos pais e professores, como gostaríamos de ter sido tratados. Essa medida – de como éramos – nos ajuda muito a entender quem eles são e como eles agem. E por último, da minha lista de “fundamentais”: não ter medo de dar limites, não ter medo de dizer não. E não é o não pelo não. É o não argumentado, denso, com propósito. É o não que convence. Somos seres sociáveis e, como tais, estabelecemos compromissos de convivência para podermos avançar nos nossos propósitos comuns. Nada do que falei é fácil de ser realizado no dia-a-dia, mas é possível e é bom que seja tentado. Este texto aparentemente sem nexo vem questionar, por fim, por que os professores do Estado do Rio de Janeiro precisam de uma lei para lhes dizer o que pode/deve ou o que não pode/não deve ser feito dentro do espaço escolar. Por que os professores precisam dessa tutela? Quer dizer que vamos abrir mão de todas as possibilidades educadoras que os MPs, celulares, câmeras fotográficas etc. nos trazem porque não sabemos dizer não? É isso mesmo, professores? Quer dizer que não sabemos mais educar? Precisamos de leis para dizer o que é adequado ou não nas nossas salas de aula? Não é nosso dever, educadores que somos, ensinar nossos alunos a utilizar as tecnologias, sabendo tirar o melhor proveito delas, com espírito crítico e ético? Não somos nós que temos que estar na vanguarda do processo pra poder ajudar os nossos alunos a compreender melhor o mundo em que vivem? Como vamos fazer isso nos escondendo do mundo? Não se educa com proibição. Educa-se com consciência. 16/06/2009 Texto de: Denise Vilardo.jpg)

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quarta-feira, 17 de junho de 2009
20 de Junho – Dia Nacional de Vacinação contra a Paralisia Infantil
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20 de Junho – Dia Nacional de Vacinação contra a Paralisia InfantiL
O Ministério da Saúde adverte: com a Paralisia Infantil não se pode brincar jamais. Essa doença infectocontagiosa provoca efeitos devastadores e deixa marcas na criança para o resto da vida. O vírus da Poliomielite (poliovírus) se desenvolve na garganta ou nos intestinos e, a partir daí, espalha-se pela corrente sangüínea, ataca o sistema nervoso e paralisa os músculos das pernas.
Para a Organização Mundial da Saúde, a vacina contra a Paralisia Infantil é considerada como a única maneira de erradicar a doença em todo o mundo.
O Ministério da Saúde enfatiza que a vacina contra a Pólio é segura e não traz contra-indicações.
A Secretaria Municipal da Saúde conclama a todas as mães, para que no dia 20 de junho, das 8h às 17h, vacinem suas crianças, no Posto de Vacinação mais próximo de suas casas. É importante levar a caderneta de vacinação.Extraído: Pinda Vale
http://www.pindavale.com.br/agoravale/noticias.asp?id=14449&cod=1
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Marcadores: VACINA

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